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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Refutando a ressurreição física (Do Corpo Físico)


Muitos teólogos e comentaristas ensinam que a ressurreição será no corpo onde poderemos encontrar os irmãos na fé em Jesus, Abraão, Jacó... Tudo isso devido à má compreensão da ressurreição no corpo do Senhor Jesus sendo ele a primícias dos que dormem. Vamos então entender isso; o significado da ressurreição de Cristo foi o seu poder sobre o Hades não, sobre o túmulo físico. Assim, em Apocalipse 1:18, Jesus disse: "Eu sou aquele que vive e fui morto, e eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno” Jesus não disse que ele tem as chaves do túmulo físico, mas do “inferno”. (Hades). A promessa da ressurreição foi à libertação das almas do hades, não restaurar o organismo ou vida física não. Como praticamente todas as outras ressurreições corporais registradas nas escrituras, a ressurreição física de Jesus era principalmente prova, que Ele foi destinado a servir como uma demonstração do poder de Deus entre o seu povo e que ele falou realmente através de Jesus. É interessante que na ressurreição dos santos escrito em Mateus. 27:52, 53, Mateus acrescenta a declaração da qualificação, dizendo: "os corpos dos santos que dormiam foram ressuscitados." O objetivo desta ressurreição dos corpos dos santos foi o de fornecer evidências da ressurreição de Jesus e que ele era o prometido Messias. Mateus acrescenta que a declaração da qualificação sobre seu corpo serviu apenas para mostrar que há uma ressurreição do espírito ou da alma que o corpo não participa. Rom. 1:4 diz que “Jesus foi designado Filho de Deus com poder, segundo o espírito de santidade, pela ressurreição dos mortos." Na ressurreição, Deus declarou que Jesus era seu Filho, justificando reivindicações de Jesus durante sua vida. Mas isso não poderia ser realizado sem a ressurreição do corpo de Jesus. Se Deus tivesse apenas ressuscitado a Jesus no espírito ao céu, não teria havido nenhuma prova objetiva da Filiação de Cristo. Ao contrário, a presença contínua do corpo no túmulo teria mostrado que Jesus seria uma fraude e um mentiroso. Na verdade, o propósito por trás do sepulcro aberto foi para que o homem pudesse entrar e ver que o Senhor foi ressuscitado verdadeiramente como falou. A ressurreição corporal do Senhor por tanto forneceu evidências empíricas de que Jesus era o Filho de Deus, da qual os apóstolos foram feitos testemunhas. (Lc 24:48. Marcos; Atos 1:8) A ressurreição corporal de Cristo, serviu a um propósito único que faz a ressurreição de Jesus diferente do nosso. O termo "primícias" por tanto não pode ser posta ao serviço da doutrina de uma ressurreição da carne.
(I Coríntios 15:50)

Resumindo:
A ressureição dos mortos tão esperada pelo sistema religioso nada mais foi de que um evento voltado diretamente à igreja do primeiro século. Santos e injustos estavam no hades, pois o pecado e a morte tinham poder contra eles, na verdade não só a eles, mas a todos aqueles que estavam vivos antes de 70 d.C. todos aqueles que tiveram parte na primeira ressureição (Ressurreição Jurídica e moral) não estavam isentos da morte hadeana. Então vindo Cristo ao soar da trombeta de Deus, a lei do pecado e da morte deixou de existir, o hades foi abolido, os justos tomaram posse do reino e os condenados foram para dentro do lago de fogo, a saber, a segunda morte. Com relação a nossas vidas hoje já falamos; o Justo agora vai diretamente para o céu após a morte do corpo (II Coríntios. 5:1-10) Apocalipse 20:11-15. O problema é que as pessoas querem uma prova visual desse evento, porém a Bíblia é clara que o reino é Espiritual. (Lucas 17:20-21).
 
Referencia: A Bíblia d estudo anotada e comentários de 1 Coríntios 15, Mateus 24, I Tessalonicenses 4 por Don Preton, Kurt Simmons e William Bell, Jr

6 comentários:

Kaique Amorim disse...

Tenho dúvidas em relação à:
1- Quanto ao futuro dos incrédulos (pós-morte), e futuro do Cristão (pós-morte física).

2-Sobre o fato de Paulo ter pregado o julgamento de Cristo para os Atenienses.

3-Ressurreição dos vivos e mortos, que aperecem perante o tribunal, em apocalipse.

4-E o futuro da terra, o Reino irá tomar todo o mundo? como diz a profecia da pedra e a estatua em Daniel.

Pr.Erivelto Soares disse...

Caro Kaique, Primeiramente louvo a Deus pela tua curiosidade de conhecer mais sobre as questões da escatologia cumprida. Quero em poucas palavras então responder as questões levantadas por ti que se referem à ressurreição e o Juízo.

Resposta da pergunta 1
A eternidade é a escala final de nossa existência. Quando a nossa vida nesse corpo chega ao seu estado final entramos naquilo que poderíamos chamar de dimensão eterna. Para os ímpios, aquelas pessoas que não se sujeitam a Deus, elas ao deixar essa vida viverão sua eternidade no lago de fogo ( Apocalipse 20:15-16). Uma vida eterna em tormento sempre foi expresso nas escrituras: Mat 25:41 e 46/ 2Ts 1:8/ Mc 9:43/lucas 16:19-25.

Já os salvos em Jesus desfrutarão da plenitude do reino de Deus! O Justo agora vai diretamente para o céu após a morte do corpo (II Coríntios. 5:1-10) não haverá outro julgamento final!. O problema é que as pessoas querem uma prova visual desse evento, porém a Bíblia é clara que o reino é Espiritual. (Lucas 17:20-21).

Pr.Erivelto Soares disse...

Resposta da pergunta 2
O Julgamos que o Ap. Paulo se refere aos Atenienses é o mesmo que veio sobre Jerusalém. O juízo final onde envolve as nações diante de um grande tribunal onde seriam julgadas pelo Senhor Jesus Cristo é um assunto que também não pode ser desassociada a queda de Jerusalém, pois como já estudamos a segunda vinda do Senhor se deu justamente em virtude desse evento. Primeiro, é preciso perceber que para os judeus, a destruição de sua capital era além de um evento local. As implicações da queda foram cósmicas e eternas. Jerusalém foi-lhes o centro do mundo e o templo o centro do centro. Enquanto a cidade estava de pé, ela seguia em paz, os judeus poderiam assumir que tudo estava bem com a criação e sua relação com seu Deus, mas se a cidade caísse, os judeus sabiam que seu relacionamento com Deus tinha sido desestruturado. Jesus, ao prever a queda disse que a mensagem de sua derrota iminente seria pregada "em todo o mundo, em testemunho a todas as nações", Mateus 24:14. Agora, se fosse para ser um evento estritamente local, por que o Senhor Jesus queria que fosse pregado o evangelho do reino em Atenas, Roma, Corinto, etc?
Além disso, quando Jesus usou a palavra "mundo" em Mateus 24:14 pra falar da extensão da mensagem, ele usou a palavra "oikoumene". Isso significa; o mundo habitado. Curiosamente, quando Paulo estava na cidade de Atenas e falou do julgamento vindouro ele disse que Deus "julgará o mundo com justiça", ele usou a mesma palavra mundo como fez Jesus em Mateus 24:14. Agora como não podemos conciliar a queda de Jerusalém com o juízo final (Universal) se os dois textos se referem ao mesmo julgamento?
Em Mateus 23:29-39 Jesus condenou os judeus e sua cidade. Ele declarou que sobre eles viriam um grande julgamento onde "todo o sangue justo derramado sobre a terra, desde o sangue de Abel, o justo, até ao sangue de Zacarias, filho de Baraquias, a quem matastes entre o santuário e o altar." Seria requerido. É um descuido trágico não ver esse julgamento NA QUEDA DE JERUSALÉM EM 70 d. C, ele foi estritamente judaico? Não havia judeus na época de Abel! No entanto, o sangue de Abel seria justificado pelo juízo! Na queda de Jerusalém o sangue dos santos derramado através dos tempos, todo o caminho de volta para a criação foi feito justiça e julgado. Compare Lucas 18:1-8, Hebreus 11; Apocalipse 6:9-11. Quando foi que isso aconteceria? Leia o versículo 36. "Em verdade vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre esta geração".
É importante lembrar que Lucas escreveu o livro de Atos em 61 d.C. Isso reforça a evidencia de que o julgamento referido por Paulo é o mesmo que veio sobre Jerusalém.

Pr.Erivelto Soares disse...

Resposta da pergunta 3
O grande julgamento de Apocalipse 20:11-15 foi executado na queda de Jerusalém em 70d.C! Em Mateus 16:27-28 Jesus disse que viria com os seus anjos, na glória e retribuiria a cada um segundo as suas obras, e alguns que estavam de pé na hora que ele falou essas palavras não morreriam até que o visse chegar com o reino. Na pior das hipóteses só uma hermenêutica questionável arbitrariamente dividiria os versos 27-28, mas é exatamente isso que a maioria dos comentaristas fazem, porém não há base contextual para isso. Em um exame básico do texto, fica evidente que o leitor vai perceber que o texto apresenta a vinda do Senhor. É a vinda para julgar "cada homem"! E isso iria acontecer antes que a geração do Senhor passasse. Uma Comprovação integral deste evento encontra-se em Apocalipse 22:12, onde Jesus disse: "Eis que venho sem demora, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo as suas obras". Jesus cita aqui a sua própria promessa de Mateus 16 e os estados em termos inequívocos, que a sua vinda para o juízo estava às portas. O leitor vai observar também que este é o julgamento de cada homem! É, portanto, o "juízo universal", pois o juízo universal era iminente, quando João escreveu! Pedro também acreditava que o julgamento estava às portas. Ele disse que Jesus estava "pronto a julgar os vivos e os mortos", I Pedro 4:5. Ele insistiu "o fim de todas as coisas está próximo", 4:7, e veja isso em conexão com a queda de Jerusalém no verso 17 "chegou o momento para o julgamento a começar pela casa de Deus..." Certamente esse é o julgamento dos "vivos e os mortos", o "fim de todas as coisas" qualificadas como "juízo universal". Sendo isto verdade, como a iminência dessas passagens pode ser ignorada?
Poderíamos continuar com outras citações, porém esses são suficientemente claros onde mostram que os escritores do Novo Testamento acreditavam piamente que o julgamento de todos estava às portas, e esse julgamento esteve em conexão com a queda do templo judaico desconsiderando assim outros eventos escatológicos fora disso.
Em Mateus 23:29-39 Jesus condenou os judeus e sua cidade. Ele declarou que sobre eles viriam um grande julgamento onde "todo o sangue justo derramado sobre a terra, desde o sangue de Abel, o justo, até ao sangue de Zacarias, filho de Baraquias, a quem matastes entre o santuário e o altar." Seria requerido. É um descuido trágico não ver esse julgamento NA QUEDA DE JERUSALÉM EM 70 d. C, ele foi estritamente judaico? Não havia judeus na época de Abel! No entanto, o sangue de Abel seria justificado pelo juízo! Na queda de Jerusalém o sangue dos santos derramado através dos tempos, todo o caminho de volta para a criação foi feito justiça e julgado. Compare Lucas 18:1-8, Hebreus 11; Apocalipse 6:9-11. Quando foi que isso aconteceria? Leia o versículo 36. "Em verdade vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre esta geração".
Contra fatos não há argumentos. A destruição de Jerusalém na verdade foi muito mais do que a queda de uma cidade judaica. Havia fatores universais, espirituais e realidades eternas no trabalho, "nos bastidores" muito presente e muito real, no entanto.

Pr.Erivelto Soares disse...

Resposta da pergunta 4
O reino de Deus é sobre tudo e sobre todos! Salmos 72:2-5,17/Apocalipse 19. Que evidências precisamos mais para ligar o que disse João aqui com a Queda de Jerusalém em 70d.C ? O próprio senhor disse em Mateus 24:21 “Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver.”
Se Houvesse um fim do mundo cosmos como muitos acreditam então Jesus teria mentido! Pois o fim do cosmos com certeza um evento superior a queda de Jerusalém.

É por isso que confesso aquilo que profetizou Daniel 7:13-14 “Foi-lhe dado domínio e glória e um reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio sempiterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído.”.

Anônimo disse...

que JEOVA DEUS ABENÇOE ESTE PORTAL EM NOME DE JESUS AMEM

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