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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Lucas 21:20-22 define o tempo em que as profecias se cumpriram?


  Por: Erivelto Soares

“Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é chegada a sua desolação. Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes; os que estiverem no meio da cidade, saiam; e os que nos campos não entrem nela.
Porque dias de vingança são estes, para que se cumpram todas as coisas que estão escritas.”
Lucas 21:20-22

O texto em questão é uma de muitas declarações inequívocas de uma Escatologia já consumada. Vale lembrar que o novo testamento fora inscrito no período transitório entre o fim da dispensação da Lei para a dispensação da Graça e que a igreja do primeiro século estivesse preparada e não nós igreja do século XXI.

Não é preciso ter uma licenciatura em teologia para entender certos textos embora para muitos seja praticamente um enigma a ser decifrado. Por exemplo; Grande parte dos estudiosos do Preterismo Parcial afirmam que esse texto não se refere ao cumprimento escatológico sobre a ruína de Jerusalém em 70 d.C e sim a destruição de Israel apenas! Eles alegam que tudo que está escrito em referência a vingança de Deus sobre Israel se deu ali e que mais para a frente em um futuro sempre incerto tudo se cumprirá.

É importante que analisemos 2 questões:

1º) Temos que levar em conta o conteúdo desse discurso.

2º) Entender o porquê que o templo Judeu quanto aquela geração é tão destacada no plano escatológico.

O CONTEÚDO DO DISCURSO

Pra que se entenda de forma detalhada o conteúdo da declaração de Lucas 21:20-22 é importante ler o que está escrito em Mateus 24:3 “E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?

Como sabemos o Senhor Jesus estava discutindo sobre a queda do templo pois assim registra nos primeiros versos 1 e 2 de Mateus 24 devidamente como podemos associar aos versos 5 ao 6 do Cap. 21 de Lucas. Logo a questão é que dois acontecimentos se dariam no mesmo tempo em que o templo ruísse! A vinda (Parousia) de Jesus e o fim do mundo (aion). Logo; tudo que encontramos contextualizado em referência aos sinais do fim em Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21 são predições que se desaguariam em resposta a Segunda vinda de Jesus e o fim da dispensação mosaica.

Vale lembrar que a vinda de Jesus se dá em virtude da queda do templo, assim como o fim do mundo que na verdade a palavra mundo (aion) se refere a um tempo ou um período de tempo marcado por suas características morais e espirituais e não o fim do planeta terra como se tem acreditado pela tradição.

Pois bem; Os preteristas parciais ao ler as predições de Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21. Eles se preocupam apenas em relatar os fatos da guerra que teve o seu cumprimento em 70 d.C. Porém não conseguem associar a guerra com a vinda em glória de Jesus em resposta aos as questões dos discípulos em Mateus 24:3! Pra minimizar a notoriedade da interpretação, os parciais preteristas asseveram em dizer que aquela vinda foi em Juízo de Jerusalém e não em glória como a igreja aguarda até hoje.Nem com todas as ginasticas que se possa fazer pra ofuscar tamanha verdade sobre o tempo da vinda de Jesus (Parousia) em glória ocorrida em 70 d.C não conseguem ter bom êxito. Pois se assim o fora, como eles imaginam, teremos uma terceira vinda de Jesus pra se cumprir! Uma que ocorreu em vingança em 70 d.C e a outra em glória quando nas nuvens de forma literal aparecer. (Assim eles creem)

Então fica mais que coerente entender que ao registrar Lucas que tudo que está escrito se cumpriria sobre os escombros de Jerusalém, não se restringe apenas a queda do templo e sim a VINDA DE JESUS EM GLÓRIA E O FIM DO MUNDO!


PORQUE O TEMPLO JUDEU E AQUELA GERAÇÃO FOI DESTAQUE NA CONCLUSÃO ESCATOLÓGICA?

Esse é um ponto muito interessante pois os Parciais Preteristas se preocupam apenas em ver a queda de Jerusalém em 70 d.C como uma guerra como qualquer outra e não entende que houve grande subsídios espirituais por trás daquela queda.

O templo de Jerusalém até 70 d.C. Era o símbolo máximo da dispensação mosaica que estava em vigor des de o deserto quando foi estabelecido com o povo diante do monte Sinai ao sair do Egito. Enquanto o tempo estivesse de pé, os Judeus entendiam que havia a aceitação de Deus por eles e uma vez se o templo viesse a ruir, os Judeus entendiam que grande seria a catástrofe! Pois a queda do templo culminaria no rompimento da aliança! A desaprovação de Deus pra eles!

É tão sério isso que o próprio Senhor Jesus faz uma declaração seríssima quanto o fato tribulacional que levou a queda de Jerusalém: “Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver.” Mateus 24:21

Vejam o grau dessa declaração! A queda de Jerusalém foi um acontecimento como nunca houve, dês de o princípio do mundo até agora e nunca haverá algo de tamanho significado!

Logo fica COMPROVADO A FARSA QUE É A CRENSA A RESPEITO DE UMA SUPOSTA TERCEIRA VINDA DE CRISTO. Pois se assim o fora, não seria um acontecimento maior que a queda de Jerusalém?

Vejamos outro texto de suam importância que liga o fato de que aquela geração do Senhor Jesus não deveria passar antes que tudo se realizasse: Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é chegada a sua desolação. Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes; os que estiverem no meio da cidade, saiam; e os que nos campos não entrem nela. Porque dias de vingança são estes, para que se cumpram todas as coisas que estão escritas. Mas ai das grávidas, e das que criarem naqueles dias! Porque haverá grande aperto na terra, e ira sobre este povo. E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem. E haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas. Homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto as virtudes do céu serão abaladas. E então verão vir o Filho do homem numa nuvem, com poder e grande glória. Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima. E disse-lhes uma parábola: Olhai para a figueira, e para todas as árvores; Quando já têm rebentado, vós sabeis por vós mesmos, vendo-as, que perto está já o verão. Assim também vós, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o reino de Deus está perto. Em verdade vos digo que não passará esta geração até que tudo aconteça.” Lucas 21:20-32

O Senhor Jesus foi claro em dizer que a sua geração, não passaria sem antes de tudo acontecer. Só uma pessoa sendo muito ingênuo para achar que ainda há de se cumprir profecias escatológicas mesmo após a geração do Senhor Jesus ter passado a séculos!

Fica então a questão: Ou o Senhor Jesus foi um mentiroso, um falso profeta ao declarar com tamanha precisão o tempo do cumprimento escatológico e não haver ainda concretizado ou a fé escatológica futurista como a fé escatológica dos parciais preteristas estão drasticamente frustradas. Eu fico com a segunda opção, sem sombra de dúvidas.

Logo; Lucas 21:20-22 se diz respeito a consumação escatológica em detrimento da queda de Jerusalém em 70 d.C. Ali o Senhor Jesus veio em glória, ressuscitou e jugou os mortos, estabeleceu seu reino eterno, firmou uma aliança eterna e governa de geração a geração. Entender diferente é andar na contramão da verdade ainda que seja da forma mais ingênua que exista. Diga não a essas especulações escatológicas e as teorias das conspirações que só fazem se multiplicar devido à falta de entendimento do povo santo de Deus.

Soli Deo Gloria

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

As quatro diferentes sessões proféticas sobre a Parusia



Por Max R. King

Ao examinar o momento da "segunda vinda" de Jesus, podemos encontrar profecias em quatro diferentes seções da Escritura:

Primeiro, a segunda vinda de Jesus na profecia do Antigo Testamento;
Segundo, nos Evangelhos;
Terceiro, nas Epístolas do Novo Testamento;
E Quarto, no livro de Apocalipse.

Onde as declarações de tempo estão envolvidas na profecia, elas devem ser contadas. Nenhuma profecia pode ser separada do tempo de sua realização e ainda ser "profecia". Não podemos separar o conteúdo de uma profecia de suas referências temporais.

Muitas vezes nos lembramos que ninguém poderia saber o tempo exato do retorno de Cristo. Jesus disse: "Mas daquele dia e hora que ninguém sabe, nem mesmo os anjos do céu, mas só meu Pai." (Mateus 24:36)

Observe que ele disse, "daquele dia e hora que ninguém sabe". Entretanto, há uma diferença entre saber o dia e a hora com  exatidão e conhecer os sinais que acompanhariam o evento. Muitos pré-milenaristas reconhecem que ninguém pode sabe o dia ou a hora, e, no entanto, eles procuram sinais que possam construir elaborados esquemas de realização para ajudar os outros a serem preparados. Ninguém podia saber o dia ou a hora, mas os discípulos receberam sinais que acompanhariam a vinda de Cristo. Eles também foram informados de que aconteceria dentro de uma geração (Mateus 24:34).

Mateus 24:36 não exclui outras passagens das escrituras que mostram o tempo geral da segunda vinda e os sinais que indicariam sua proximidade.

Profecia do Antigo Testamento

Como os profetas do Antigo Testamento não fizeram uma distinção entre duas "vidas" ou chegadas de Cristo , devemos ter muito cuidado ao lidar com esses textos. Foi dito que, para cada profecia sobre a primeira vinda de Cristo, há oito que se relacionam com sua segunda vinda. O tempo dessa segunda vinda geralmente estava ligado a um evento histórico que servirá de prova.

Por exemplo, Joel disse: "O sol será transformado em trevas, e a lua em sangue, antes da vinda do grande e maravilhoso dia do Senhor" (Joel 2:31). O dia do Senhor é equiparado à sua segunda vinda, e se nós sabemos quando o sol e a lua estavam escurecidos, temos o momento da sua vinda. Em Mateus 24: 29-34, Jesus aplicou esta profecia a "aquela geração", o fim da era da Antiga Aliança. No capítulo 6 de Apocalipse, João aplica esta palavra à queda de Jerusalém. João estava escrevendo coisas que "aconteceriam em breve". O tempo estava próximo, Cristo estava pronto para vir. Joel 2 e o dia do Senhor são colocados na última geração da era da Antiga Aliança.

Joel 3 nos dá três eventos que estão associados a esse mesmo período de tempo:

· Primeiro temos a batalha no vale de Jeosafá (Joel 3:12), que é equiparado à batalha do Armagedon em Apocalipse 16: 15-16. João mostra que isso foi na vinda de Cristo: "Eis que eu vou como ladrão" (Apocalipse 16:15).

· Segundo é o escurecimento do sol e da lua (Joel 3:15), que Jesus e João aplicaram à queda do judaísmo nessa geração.

· Terceiro, temos a vinda do Senhor de Sião, para limpar ou redimir Judá (Joel 3: 16-21). Lucas aplicou esta redenção à remoção do sistema da Antiga Aliança (Lucas 21:28) e Paulo à segunda vinda de Cristo (Romanos 11: 26-27).

Todas essas passagens têm uma coisa em comum; Eles se referem à queda de Jerusalém e à segunda vinda de Cristo. Eles falam dos mesmos eventos e do mesmo período de tempo.

A segunda vinda é retratada na septuagésima semana de Daniel:

Então ele deveria confirmar uma aliança com muitos por uma semana; Mas no meio da semana ele trará o fim do sacrifício e oferta. E na asa das abominações haverá alguém que desolará, até que a consumação, determinada, seja derramada sobre o desolado. (Daniel 9:27)

Este texto não nos diz quando seria a septuagésima setenta, mas conhecemos o evento a que se refere. A cidade, o templo e a nação de Israel foram destruídos (Daniel 9:26).Esta destruição aconteceria pelo "que faz desolado" (Daniel 9:27). Jesus aplicou isso ao exército romano na destruição de Jerusalém e na devastação da Palestina (Mateus 24:15). Isso foi "a sua vinda" e "o fim do mundo". Isso corresponde a Joel 2 e 3, e harmoniza-se com as coisas "Próximas" do Apocalipse. A coerência dessas passagens em relação ao tempo e à historicidade faz um forte argumento de que a queda do judaísmo foi a segunda vinda de Cristo.

Através dos olhos proféticos da Nova Aliança, a segunda vinda de Cristo é o tema de Zacarias 14 e é equiparada a Mateus 24 e à queda de Jerusalém. É chamado o "dia do Senhor" (Zacarias 14: 1) e Jerusalém é cena de atividade (Zacarias 2).Temos uma imagem no versículo 4 do Senhor que está no Monte das Oliveiras, do qual ele ascendeu. Foi aqui que os anjos disseram que viria novamente (Atos 1:11) e que a chegada foi cumprida em Tito, o Comandante Romano e seu exército, como profetizado por Daniel (9: 26-27) e confirmado por Cristo (Mateus 24 : 15-16, 27-28).

Aqueles que insistem em um retorno literal e corporal de Cristo, perdem o verdadeiro significado e importância  dessas previsões de seu retorno. É a sua chegada em poder e glória, e sua vitória sobre seus inimigos. A aparição de Cristo ou  (teofania) não era a reaparição de uma forma física, mas era uma manifestação visível da glória invisível de Cristo,  Sobre isso o Ap. Paulo disse em sua I Carta a Timóteo "... 
até à aparição de nosso Senhor Jesus Cristo; A qual a seu tempo mostrará o bem-aventurado, e único poderoso Senhor, Rei dos reis e Senhor dos senhores;"  (1 Timóteo 6: 14-15)

Esse foi o tipo de manifestação que se manifestaria sobre os escribas e farizeus, "... daqui a diante, vereis o Filho do Homem sentado à  direita de Deus e vindo sobre as nuvens do céu" (Mateus 26:64).  Eles não viram um corpo literal vindo em uma nuvem literal, sentado ao lado direito literalmente de Deus não, mas eles entenderam o que essa linguagem figurada representava. Não as autoridades religiosa da época presenciaram, como também "todos os olhos" viram (Apocalipse 1: 7), como o próprio Cristo profetizou:
"Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória." (Mateus 24:30)

Não só Cristo se manifestaria, mas também os seus santos: "
Então virá o Senhor meu Deus, e todos os santos contigo." (Zacarias 14: 5). "Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com ele em glória." (Colossenses 3: 4; 2 Timóteo 2: 11-12)

Foi um dia conhecido apenas pelo Senhor (Zacarias 14: 7, Mateus 24:36), e um tempo sombrio (Zacarias 14: 6), mas a luz chegou no final desse dia (2 Pedro 1:19; Apocalipse 21 : 23-25).

Sairão de Jerusalém águas vivas (Zacarias 14: 8, Apocalipse 21: 6; 22: 1).

Este dia foi previsto nas profecias do reino em Daniel - "
Eu olhava, e eis que este chifre fazia guerra contra os santos, e prevaleceu contra eles. Até que veio o ancião de dias, e fez justiça aos santos do Altíssimo; e chegou o tempo em que os santos possuíram o reino."
( Daniel 7: 21-22).

A vinda do Ancião dos dias aqui é a mesma que aparece em Apocalipse 11: 15-17.É a vinda de Cristo no seu reino com poder (2 Timóteo 4: 1, Mateus 16: 27-28, Marcos 9: 1). Esses versos não podem se aplicar ao Pentecostes, pois a batalha com a besta ainda não havia ocorrido. Eles pertencem à septuagésima semana de Daniel, particularmente a primeira metade da semana (Apocalipse 13-15).

Enquanto Jerusalém não se abrisse "como o grão de trigo", o Reino não tinha florescido completamente. E até então, os santos não tinha entrado completamente no reino. Por isso a importância dos discípulos entender a questão do tempo de sua vinda em poder e glória.

"
Assim também vós, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o reino de Deus está perto." (Lucas 21:31).

"
Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;" 
(Mateus 25:34).

Estas são apenas algumas das profecias do Antigo Testamento que tratam da segunda vinda de Cristo, mas todos conduzem a um acontecimento histórico: A trágica queda de Jerusalém. Este foi um "dia excelente e fantástico" no desdobramento da redenção eterna.


quinta-feira, 13 de abril de 2017

A Compreensão da Linguagem Apocalíptica do Antigo Testamento de II Pedro 3:10-13



   Por: William Bell

Para muitos, a arte e a habilidade de empregar a linguagem apocalíptica (símbolos e sinais) usada no Antigo Testamento é uma arte perdida. Por esta razão, muitas passagens do Novo Testamento parecem obscuras e quase impossível de entender. Isso é verdade em passagens como 2 Pedro 3:10-13, que discutem o fim do céu e da terra. Os profetas do V.T eram mestres na criação de suspenses, especialmente em seus ensinamentos sobre dias de condenações. Alguns exemplos são encontrados nos livros de Isaías, Oséias, Joel, Ageu e Sofonias.

Encontramos nesses livros um rico gênero de linguagem figurada que os apóstolos e mestres do Novo Testamento usam em suas Mensagens. Portanto, temos um sistema real para entender e desvendar o significado de certos textos.

Um sinal ou símbolo muitas vezes aponta para algo diferente de si mesmo. Assim, quando empregado para falar sobre A destruição do céu e da terra, os profetas têm outra coisa em vista além de Incendiar com fogo o planeta.

Por exemplo, Isaías 13 é um capítulo que descreve a queda da antiga Babilônia pelos Medo-Persa no século VI a.C. Essas profecias do "dia do Senhor" (Verso.9) que expressam a queda das nações são muitas vezes referida pelos profetas como "Sentença". Veja o versículo 1, onde Isaías estabelece o contexto Como uma sentença "Contra Babilônia". Nesta profecia Deus traz "um exército" de um "país distante"(Os Persas) como as "armas de sua indignação" para destruir toda a terra, (Babilônia - Verso. 5) Observe que isto é chamado de o dia do Senhor. Nestas palavras Isaías descreve um dos muitos juízos nacionais usados ​​em toda a Bíblia. Seu significado é o mesmo no Novo Testamento! Passagens como essa de Isaías 13 nunca estavam descrevendo um cataclísma extinção universal do globo terrestre não! É um erro colossal apresentada na interpretação bíblica moderna.

A linguagem poética usada para descrever a queda de uma nação é a de estrelas caindo, o escurecimento dos luminárias celestiais, e o sacudir dos céus e da terra. Este é uma linguagem profética comum a descrição da queda dos governantes de suas nações.

"Eis que vem o dia do Senhor, dia cruel, com ira e ira ferozes, para fazer a terra desolada; E ele destruirá dela os pecadores. Pois as estrelas do céu e suas constelações não dará a sua luz; O sol será escurecido e a lua não dará sua luz. Castigarei o mundo pelo seu mal ... Por isso, vou abalar os céus e a terra mover-se-á fora de seu lugar ... (13: 9-13)

Outros exemplos desta linguagem são encontrados em Isaías capítulos 24, (a destruição de Israel), e no Capítulo 34 (destruição de Edom). No Novo Testamento, a linguagem se refere Queda de Jerusalém em 70 d.C. Ver Mateus 24:29, Hebreus 12: 26-27, 2 Pedro 3:10-13.

Tomar uma interpretação literal a estas passagens criou um frenesi insaciável do mundo destrutivo, fazendo com que teólogos e estudantes da Bíblia anelem por encontrar uma resposta para essas passagens apocalíptica referencias exclusivas a queda de Jerusalém já ocorrida em 70 d.C.

"Essa é uma das gloriosas importâncias de se entender a Escatologia consumada! É ter uma mente esclarecida e liberta das manipulações humanas a questões apocalíptica. É sentir descanso nas escrituras e não medo e espanto ou sentir complicações nas sagradas letras. Consentimos que há certos assuntos difíceis de entender mais não impossíveis de discernir. Seja desafiado e examinar as escrituras antes de sair por ai dizendo amém a todo tipo de informação que aluda um pseudo fim de todas as coisas criada por Deus o qual Ele mesmo disse que era bom.Um abraço a todos amigos e estudantes da Escatologia Bíblica." Pr. Erivelto Soares

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