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quinta-feira, 13 de abril de 2017

A Compreensão da Linguagem Apocalíptica do Antigo Testamento de II Pedro 3:10-13



   Por: William Bell

Para muitos, a arte e a habilidade de empregar a linguagem apocalíptica (símbolos e sinais) usada no Antigo Testamento é uma arte perdida. Por esta razão, muitas passagens do Novo Testamento parecem obscuras e quase impossível de entender. Isso é verdade em passagens como 2 Pedro 3:10-13, que discutem o fim do céu e da terra. Os profetas do V.T eram mestres na criação de suspenses, especialmente em seus ensinamentos sobre dias de condenações. Alguns exemplos são encontrados nos livros de Isaías, Oséias, Joel, Ageu e Sofonias.

Encontramos nesses livros um rico gênero de linguagem figurada que os apóstolos e mestres do Novo Testamento usam em suas Mensagens. Portanto, temos um sistema real para entender e desvendar o significado de certos textos.

Um sinal ou símbolo muitas vezes aponta para algo diferente de si mesmo. Assim, quando empregado para falar sobre A destruição do céu e da terra, os profetas têm outra coisa em vista além de Incendiar com fogo o planeta.

Por exemplo, Isaías 13 é um capítulo que descreve a queda da antiga Babilônia pelos Medo-Persa no século VI a.C. Essas profecias do "dia do Senhor" (Verso.9) que expressam a queda das nações são muitas vezes referida pelos profetas como "Sentença". Veja o versículo 1, onde Isaías estabelece o contexto Como uma sentença "Contra Babilônia". Nesta profecia Deus traz "um exército" de um "país distante"(Os Persas) como as "armas de sua indignação" para destruir toda a terra, (Babilônia - Verso. 5) Observe que isto é chamado de o dia do Senhor. Nestas palavras Isaías descreve um dos muitos juízos nacionais usados ​​em toda a Bíblia. Seu significado é o mesmo no Novo Testamento! Passagens como essa de Isaías 13 nunca estavam descrevendo um cataclísma extinção universal do globo terrestre não! É um erro colossal apresentada na interpretação bíblica moderna.

A linguagem poética usada para descrever a queda de uma nação é a de estrelas caindo, o escurecimento dos luminárias celestiais, e o sacudir dos céus e da terra. Este é uma linguagem profética comum a descrição da queda dos governantes de suas nações.

"Eis que vem o dia do Senhor, dia cruel, com ira e ira ferozes, para fazer a terra desolada; E ele destruirá dela os pecadores. Pois as estrelas do céu e suas constelações não dará a sua luz; O sol será escurecido e a lua não dará sua luz. Castigarei o mundo pelo seu mal ... Por isso, vou abalar os céus e a terra mover-se-á fora de seu lugar ... (13: 9-13)

Outros exemplos desta linguagem são encontrados em Isaías capítulos 24, (a destruição de Israel), e no Capítulo 34 (destruição de Edom). No Novo Testamento, a linguagem se refere Queda de Jerusalém em 70 d.C. Ver Mateus 24:29, Hebreus 12: 26-27, 2 Pedro 3:10-13.

Tomar uma interpretação literal a estas passagens criou um frenesi insaciável do mundo destrutivo, fazendo com que teólogos e estudantes da Bíblia anelem por encontrar uma resposta para essas passagens apocalíptica referencias exclusivas a queda de Jerusalém já ocorrida em 70 d.C.

"Essa é uma das gloriosas importâncias de se entender a Escatologia consumada! É ter uma mente esclarecida e liberta das manipulações humanas a questões apocalíptica. É sentir descanso nas escrituras e não medo e espanto ou sentir complicações nas sagradas letras. Consentimos que há certos assuntos difíceis de entender mais não impossíveis de discernir. Seja desafiado e examinar as escrituras antes de sair por ai dizendo amém a todo tipo de informação que aluda um pseudo fim de todas as coisas criada por Deus o qual Ele mesmo disse que era bom.Um abraço a todos amigos e estudantes da Escatologia Bíblica." Pr. Erivelto Soares

terça-feira, 11 de abril de 2017

A Parábola das 10 Virgens de Mateus 25: Um acontecimento Futuro ou já ocorrido em 70 d.C?


      Por: Por William Bell

Futuristas em sua grande maioria acreditam que Cristo ainda não retornou. E por fim passagens como essa das 10 virgens, os ajudem a manter suas convicções de pé. No entanto, vamos notar evidências claras de apoio de que a parábola não se refere ao nosso futuro, mas sim para a vinda do Senhor em 70 d.C. 

O ponto principal da parábola é que 5 virgens sábias se prepararam tomando óleo em suas lâmpadas, enquanto as 5 insensatas não o fizeram. Essa falta de preparação criou as condições para enfatizar a necessidade e a falta da preparação para as núpcias. Vejamos; A relação entre Cristo e a igreja é frequentemente denominada como um casamento a ser consumado. Ver 2 Cor. 11: 2, onde Paulo diz que desposou a igreja como uma virgem pura para ser apresentada a Cristo.

O Preparo desse casamento é o período pré-parousia de espera para o noivo. Outros textos que abordam o casamento são: Mat. 22: 1-8; ROM. 7: 4; Ef. 5:27; Ap. 19: 7; 21: 9. A parábola cria a condição para a prontidão, o aguardo. Isso é claro pela ação do sono que recai sobre elas devido o tempo. A atenção no sono serve para indicar que durante este ato, não se está conscientemente acordado é o que acontece no mundo fora desse reino.

Eles não sabiam o tempo do retorno do Senhor

Quando Jesus ressuscitou, os judeus pagaram aos soldados romanos para que dissessem a todos que o corpo de Cristo foi roubado enquanto dormiam. Primeiro, os soldados não estavam dormindo. Se eles estivessem dormindo, não saberiam dizer como o corpo não estava no túmulo. Da mesma forma, na parábola, estar dormindo simplesmente indica que os discípulos não sabiam o dia e hora e por tanto estavam em vigilância em sua preparação. Então, na hora menos esperada, o noivo veio. As 5 virgens insensatas não tinham óleo em suas lâmpadas e não estavam preparadas para o casamento. As virgens sábias estavam prontas e entraram com ele para o casamento e a porta logo se fecharam.

Parábola das 10 virgens anula a doutrina do arrebatamento

Observe que a igreja (representada pelas virgens sábias) levantam-se e aparam suas lâmpadas ainda na expectativa do noivo. Nada na parábola indica que elas são arrebatadas para o céu deixando as virgens insensatas para trás na terra. Além disso, entende-se que o casamento escatológico segue o milênio (1000 anos) reinado de Cristo. O que estamos vendo na parábola é a segunda vinda no final do milênio.

O significado disto é que não há nenhuma separação entre a vinda do Senhor e o arrebatamento ensinado nas escrituras! Pois ocorre no mesmo tempo. Veja que desde o momento em que as virgens sábias enchem suas lâmpadas e ficam em preparação entre o tempo da vinda do noivo. Ambas as virgens sábias e tolas permanecem juntas no aguardo até a vinda do noivo. Isto é semelhante à parábola da joio onde tanto o trigo como joio permanecem no campo (mundo) até o momento da colheita, ou seja, a segunda vinda.

A porta está fechada

Após o noivo retornar inesperadamente, e as virgens sábias ter ido para o casamento, as tolas batem à porta em busca de entrar. Eles clamam, Senhor, Senhor, abra-nos a porta! O Senhor então diz que não as conhecem.
A parábola então oferece o ponto principal da prontidão em preparação para a vinda do noivo, ou seja, a vinda do Filho do Homem em que elas não sabiam o dia ou a hora.

Lições da parábola que se aplicam a 70 d.C.

Primeiro lugar; O casamento do noivo ocorre depois que a cidade é destruída, por Mat. 22: 1-7. Isto segue o mesmo padrão que o encontrado em Apocalipse 18 e 19, quando a cidade meretriz, Mistério, Babilônia é destruída.

Em segundo lugar; A parábola ocorre dentro do tempo de vida das mesmas virgens que tomaram o óleo. Não é um evento que começa com uma outra geração de virgens e termina 20 séculos depois com outro grupo de virgens.
Uma vez que não pode ser verdade que essas virgens pudessem ter vivido quase 2.000 anos, faz o ponto esclarecidos de que "todas essas coisas" teriam lugar antes que aquela geração do Senhor Jesus vinhesse a falecer. Isso mostra a ligação ininterrupta entre Mateus 24 e Mateus 25.

Em terceiro lugar; A ideia de "fechar a porta" marca o momento do julgamento. De acordo com o contexto histórico do primeiro século, Lucas mostra a quem essa linguagem é endereçada.

Vejamos; O ministério de Jesus foi ensinando em cidades e aldeias na Palestina, principalmente na Galileia e em Jerusalém. No livro de Lucas, o Senhor Jesus falando a respeito do Reino declarou: “Quando o dono da casa se levanta para fechar a porta, como indicado na parábola, muitos estão do lado de fora e batem dizendo Senhor, Senhor abre as portas para nós! Ele recusa abrir e eles então começam a responder: "Comemos e bebemos em sua presença e ensinamos em nossas ruas." (Lucas 13:25, 27) Há apenas uma geração de pessoas que poderiam afirmar ter comido e bebido na presença de Cristo. Você sabe que geração seria essa? Em outra passagem com o indicativo sobre a geração em questão encontramos mais um vestígio: Falando daqueles que assassinaram João, o Batista, Jesus perguntou: "Mas a que compararei esta geração?" (Mateus 11:16)

Ele também disse que essa mesma geração falou dele, dizendo: "O Filho do Homem veio comendo e bebendo, e eles dizem:" Olhe, um glutão e um bebedor de vinho, um amigo dos publicanos e pecadores! (Mateus 11:19)
Logo podemos então entender que a geração acima citada é a mesma geração que o acusou como um glutão e beberrão, que comeu com pecadores e em cujas ruas ele ensinou, que foram excluídos quando eles surgiram para entrar para as núpcias no momento do julgamento / casamento.

Portanto, a parábola das 10 virgens, Mateus 25, é apenas uma continuação da discussão de Jesus sobre a destruição de Jerusalém de Mateus 24, todos os quais ocorreram antes que a geração do século I passasse.

Soli Deo Gloria

terça-feira, 28 de março de 2017

O ESTADO POLÍTICO DA GERAÇÃO DE MATEUS 24:34



Por: Terry Cropper

"Dai, pois, a César as coisas que são de César, e a Deus, as que são de Deus" (Lucas 20:25). Este é outro versículo da escritura que deve ser entendido em sua língua original, cultura, política e cenário histórico em que foi inscrito.

A jornada de Jesus a Jerusalém ocorre no que tradicionalmente se chama de a entrada triunfal (Lucas 19: 28-44). Tendo chegado a Jerusalém, Jesus entrou no templo e expulsou os que ali o profanavam comprando e vendendo animais usados ​​para os sacrifícios do templo (Lucas 19: 45-46). Com o pátio dos gentios limpo desse tráfico ímpio, Jesus usou aquela área do templo como um lugar para ensinar e pregar o evangelho às multidões de peregrinos que estavam em Jerusalém para a Páscoa (Lucas 19: 47-20: 1) . Peregrinos e judeus de toda a Judeia estavam entrando em Jerusalém para cumprir seus periódicos deveres religiosos no templo. Jerusalém tinha uma população cerca de 20.000 a 30.000 pessoas. Mas na Páscoa, uma das três festas que deveria ser celebrada em Jerusalém mencionadas em Levítico 23 e Deuteronômio 16, a população da Cidade Santa crescia pra mais de 150.000.  Por causa da massa de peregrinos, o procurador romano da Judeia, Pôncio Pilatos, também tinha temporariamente instalado residência em Jerusalém, juntamente com uma multidão de tropas romanas, a fim de reprimir qualquer violência religiosa.

Todos nós sabemos que ao longo de Seu ministério, Jesus entrou em conflito com as lideranças judaica, e eles se opuseram muitas vezes a Cristo. Essas ações, no entanto, foram a última gota, e o Sinédrio determinou que Jesus devesse ser destruído. Mas isso, eles perceberam que não seria tão fácil quanto eles gostariam, porque o povo "estava muito atento para ouvi-lo" (Lucas 19: 47-48; 20:19). Portanto, eles puseram em movimento um plano para aprisionar Jesus, como Ele ensinava publicamente no templo, fizeram-lhe uma pergunta difícil para Ele responder. A esperança deles era que, se Jesus não respondesse a pergunta, eles poderiam desacreditar Ele perante o povo; Ou, talvez, até prendê-lo de tal maneira que pudessem acusá-lo de um criminoso político perante o governador de Roma. 

O Sinédrio então enviou homens para fazerem a Jesus uma pergunta sobre dar tributo a César. (Lucas 10:22) É lícito pagar impostos a César ou não? Eles vieram fingindo que eram homens justos que estavam lutando sobre essa pergunta e desejavam sinceramente ouvir a opinião de Jesus sobre o assunto. Mas sua verdadeira esperança e propósito, de acordo com Lucas, era aprisionar Jesus como base para entregá-lo ao governador romano sob a acusação de que Ele ensinou o povo a não pagar tributo a César.
Isso equivaleria a uma acusação de incitar o povo a se rebelar contra a autoridade de Roma e levaria a pena de morte. Eles começaram louvando Jesus como um nobre professor, um entendedor da verdade, na esperança de que isso dissiparia qualquer suspeita de seu motivo e induzi-Lo a dar-lhes uma resposta desprotegida à sua pergunta. "(Mestre), sabemos que Você diz e ensina corretamente, e Você não mostra favoritismo pessoal, mas ensina o caminho de Deus na verdade. (Lucas 20:22) Isto é falsa lisonja esses homens acreditavam somente nos fariseus, eram os intérpretes das autoridades da lei judaica que também zelosamente observava, especialmente as leis relativas ao sábado.

O estabelecimento deste imposto na Judeia está registrado em Lucas 2: 1-3 (NKJ) "E aconteceu naqueles dias, que saiu um decreto de César Augusto, para que todo o mundo fosse tributado." (E este tributo foi feito pela primeira vez quando Cireneu foi governador da Síria.) E todos foram para ser tributados, cada um em sua própria cidade. Os judeus, portanto, não eram um povo livre ou uma nação independente, mas um povo sujeito sob o domínio do Império de Roma. Esta subcorrente de revolta fiscal surgiu em toda a Judeia durante o ministério de Jesus.
Sua pergunta era esta: "É lícito para nós dar tributo a César, ou não?" (Lucas 20:22). Cada palavra desta questão deve ser considerada, juntamente com o contexto histórico por trás dela, se quisermos compreender o significado de sua investigação a Jesus.
O verbo " Lícito" é um verbo impessoal que expressa a ideia de algo que está sendo autorizado pela autoridade apropriada. Portanto, o verbo carrega o significado de uma ação que é permitida, legal ou correta. O contexto do debate é sobre o que a lei de Deus autoriza a ser feita em questões de controvérsia, como o sábado (Lucas 6: 2, 4, 9). A palavra "tributo no grego é φόρον" refere-se a um imposto, pago diretamente ao imperador pelo sujeito judeu que viveu sob o Império Romano.
A investigação, então, é se a lei de Deus permite que os judeus dêem tributo a César. As palavras "para nós" (uma palavra em grego ἡμᾶς) são muitas vezes ignoradas. "Para nós" é claro, refere-se à nação de Israel, que enfatiza a questão que é especificamente em referência ao povo judeu. A questão de pagar tributo a César não diz respeito às nações gentílicas sob o domínio de Roma, mas se refere exclusivamente aos judeus que são o povo escolhido de Deus. É lícito (em grego uma palavra ἔξεστιν) para Israel, que tem Deus como seu Rei, para dar tributo ao reino dos gentios de Roma e seu imperador pagão?

Os homens então que foram enviados pelo Sinédrio estão esperando para aprisionar Jesus com a sua pergunta de uma forma que poderia desacreditá-lo diante do povo judeu, Ou, prendê-lo de tal maneira que pudessem acusá-lo de ser um criminoso político perante o governador de Roma.
Se ele responder sim, é lícito para eles prestarem tributo a César, ele seria acusado de cúmplice com Roma, e justificando a ocupação romana e pagando eles assim o imposto, forçado sobre os judeus. Esta não seria uma resposta popular entre o povo judeu. Por outro lado, se Jesus responde não, ele correria o risco de ser classificado como um criminoso político contra o Império de Roma e incorrer na ira de Roma. Qualquer uma das respostas, provavelmente levaria à Sua morte antes da cruz.
Os inimigos de Jesus acreditavam que o tinham apanhado com habilidade em uma resposta de "sim" ou "não" à sua pergunta; Qualquer um que Ele lhes desse seria capaz de usá-lo para Sua destruição. Jesus não deu uma resposta relativa a "sim" ou "não" à pergunta como esperavam. Jesus estava ciente de sua trapaça e Ele faz um ponto muito importante com sua pergunta sem entrar em uma discussão política. Ele simplesmente pede para ver a moeda e pergunta: "De quem imagem e inscrição tem?" (Lucas 20:24)
A "imagem" na moeda era um busto de Tibério César. A "inscrição" dizia: "Tiberius César Augusto, filho do divino Augusto". O reverso da moeda tinha uma imagem da mãe do imperador, Julia Augusta (Livia), sentada num trono segurando um cetro na mão e um Ramo de oliveira na outra e uma inscrição que dizia Pontifício Máximo, isto é, "Sumo Sacerdote". O denário assim proclamava o poder e a glória de Roma e a origem e o caráter "divinal" de Tibério. O denário era verdadeiramente a propriedade do imperador: usava-o para pagar seus soldados, oficiais e fornecedores; Levava o selo imperial; Era diferente das moedas de cobre emitidas pelo Senado romano, e era também a moeda que exigia o povo, para pagar tributo.
A única resposta possível à pergunta de Jesus sobre "cuja imagem e inscrição era uma moeda " de César ", a estes homens foi por tanto forçados a dizê-lo que sim! É interessante isso pois a posse dos homens daquela moeda revela o seguinte fato. Que a posse do denário pelos judeus era sua própria declaração de submissão que eles aceitaram a autoridade de César sobre eles. Com efeito, se houve rejeição com base na lei de Deus sobre a autoridade de César sobre eles, então por que eles aceitavam  usarem as mesmas moedas que proclamavam a autoridade de César?
Depois que Jesus afirmou que alguns dos judeus na nação de Israel aceitavam a autoridade de César sobre eles, como também vemos em João 19:15 Os principais sacerdotes responderam: "Não temos mais rei senão César!" Jesus então instruía Seus ouvintes dizendo " A César o que é de César, e a Deus o que é de Deus "(Lucas 20:25).
Jesus fez uma distinção clara entre o que é lícito dar a Roma e o que não é. Jesus defende com isso as reivindicações anteriores de Deus e Sua soberania absoluta, e o poder de possuir todas as coisas, ao mesmo tempo em que reconhece o governo de Roma e rejeita as pretensões de divindade de César. Não admira que seus adversários "se maravilhassem" diante de Sua resposta, pois não havia nada aqui que pudessem "agarrar"a Jesus para acusá-lo diante de Pilatos ou diante do povo (Lucas 20:26).



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