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terça-feira, 11 de abril de 2017

A Parábola das 10 Virgens de Mateus 25: Um acontecimento Futuro ou já ocorrido em 70 d.C?


      Por: Por William Bell

Futuristas em sua grande maioria acreditam que Cristo ainda não retornou. E por fim passagens como essa das 10 virgens, os ajudem a manter suas convicções de pé. No entanto, vamos notar evidências claras de apoio de que a parábola não se refere ao nosso futuro, mas sim para a vinda do Senhor em 70 d.C. 

O ponto principal da parábola é que 5 virgens sábias se prepararam tomando óleo em suas lâmpadas, enquanto as 5 insensatas não o fizeram. Essa falta de preparação criou as condições para enfatizar a necessidade e a falta da preparação para as núpcias. Vejamos; A relação entre Cristo e a igreja é frequentemente denominada como um casamento a ser consumado. Ver 2 Cor. 11: 2, onde Paulo diz que desposou a igreja como uma virgem pura para ser apresentada a Cristo.

O Preparo desse casamento é o período pré-parousia de espera para o noivo. Outros textos que abordam o casamento são: Mat. 22: 1-8; ROM. 7: 4; Ef. 5:27; Ap. 19: 7; 21: 9. A parábola cria a condição para a prontidão, o aguardo. Isso é claro pela ação do sono que recai sobre elas devido o tempo. A atenção no sono serve para indicar que durante este ato, não se está conscientemente acordado é o que acontece no mundo fora desse reino.

Eles não sabiam o tempo do retorno do Senhor

Quando Jesus ressuscitou, os judeus pagaram aos soldados romanos para que dissessem a todos que o corpo de Cristo foi roubado enquanto dormiam. Primeiro, os soldados não estavam dormindo. Se eles estivessem dormindo, não saberiam dizer como o corpo não estava no túmulo. Da mesma forma, na parábola, estar dormindo simplesmente indica que os discípulos não sabiam o dia e hora e por tanto estavam em vigilância em sua preparação. Então, na hora menos esperada, o noivo veio. As 5 virgens insensatas não tinham óleo em suas lâmpadas e não estavam preparadas para o casamento. As virgens sábias estavam prontas e entraram com ele para o casamento e a porta logo se fecharam.

Parábola das 10 virgens anula a doutrina do arrebatamento

Observe que a igreja (representada pelas virgens sábias) levantam-se e aparam suas lâmpadas ainda na expectativa do noivo. Nada na parábola indica que elas são arrebatadas para o céu deixando as virgens insensatas para trás na terra. Além disso, entende-se que o casamento escatológico segue o milênio (1000 anos) reinado de Cristo. O que estamos vendo na parábola é a segunda vinda no final do milênio.

O significado disto é que não há nenhuma separação entre a vinda do Senhor e o arrebatamento ensinado nas escrituras! Pois ocorre no mesmo tempo. Veja que desde o momento em que as virgens sábias enchem suas lâmpadas e ficam em preparação entre o tempo da vinda do noivo. Ambas as virgens sábias e tolas permanecem juntas no aguardo até a vinda do noivo. Isto é semelhante à parábola da joio onde tanto o trigo como joio permanecem no campo (mundo) até o momento da colheita, ou seja, a segunda vinda.

A porta está fechada

Após o noivo retornar inesperadamente, e as virgens sábias ter ido para o casamento, as tolas batem à porta em busca de entrar. Eles clamam, Senhor, Senhor, abra-nos a porta! O Senhor então diz que não as conhecem.
A parábola então oferece o ponto principal da prontidão em preparação para a vinda do noivo, ou seja, a vinda do Filho do Homem em que elas não sabiam o dia ou a hora.

Lições da parábola que se aplicam a 70 d.C.

Primeiro lugar; O casamento do noivo ocorre depois que a cidade é destruída, por Mat. 22: 1-7. Isto segue o mesmo padrão que o encontrado em Apocalipse 18 e 19, quando a cidade meretriz, Mistério, Babilônia é destruída.

Em segundo lugar; A parábola ocorre dentro do tempo de vida das mesmas virgens que tomaram o óleo. Não é um evento que começa com uma outra geração de virgens e termina 20 séculos depois com outro grupo de virgens.
Uma vez que não pode ser verdade que essas virgens pudessem ter vivido quase 2.000 anos, faz o ponto esclarecidos de que "todas essas coisas" teriam lugar antes que aquela geração do Senhor Jesus vinhesse a falecer. Isso mostra a ligação ininterrupta entre Mateus 24 e Mateus 25.

Em terceiro lugar; A ideia de "fechar a porta" marca o momento do julgamento. De acordo com o contexto histórico do primeiro século, Lucas mostra a quem essa linguagem é endereçada.

Vejamos; O ministério de Jesus foi ensinando em cidades e aldeias na Palestina, principalmente na Galileia e em Jerusalém. No livro de Lucas, o Senhor Jesus falando a respeito do Reino declarou: “Quando o dono da casa se levanta para fechar a porta, como indicado na parábola, muitos estão do lado de fora e batem dizendo Senhor, Senhor abre as portas para nós! Ele recusa abrir e eles então começam a responder: "Comemos e bebemos em sua presença e ensinamos em nossas ruas." (Lucas 13:25, 27) Há apenas uma geração de pessoas que poderiam afirmar ter comido e bebido na presença de Cristo. Você sabe que geração seria essa? Em outra passagem com o indicativo sobre a geração em questão encontramos mais um vestígio: Falando daqueles que assassinaram João, o Batista, Jesus perguntou: "Mas a que compararei esta geração?" (Mateus 11:16)

Ele também disse que essa mesma geração falou dele, dizendo: "O Filho do Homem veio comendo e bebendo, e eles dizem:" Olhe, um glutão e um bebedor de vinho, um amigo dos publicanos e pecadores! (Mateus 11:19)
Logo podemos então entender que a geração acima citada é a mesma geração que o acusou como um glutão e beberrão, que comeu com pecadores e em cujas ruas ele ensinou, que foram excluídos quando eles surgiram para entrar para as núpcias no momento do julgamento / casamento.

Portanto, a parábola das 10 virgens, Mateus 25, é apenas uma continuação da discussão de Jesus sobre a destruição de Jerusalém de Mateus 24, todos os quais ocorreram antes que a geração do século I passasse.

Soli Deo Gloria

terça-feira, 28 de março de 2017

O ESTADO POLÍTICO DA GERAÇÃO DE MATEUS 24:34



Por: Terry Cropper

"Dai, pois, a César as coisas que são de César, e a Deus, as que são de Deus" (Lucas 20:25). Este é outro versículo da escritura que deve ser entendido em sua língua original, cultura, política e cenário histórico em que foi inscrito.

A jornada de Jesus a Jerusalém ocorre no que tradicionalmente se chama de a entrada triunfal (Lucas 19: 28-44). Tendo chegado a Jerusalém, Jesus entrou no templo e expulsou os que ali o profanavam comprando e vendendo animais usados ​​para os sacrifícios do templo (Lucas 19: 45-46). Com o pátio dos gentios limpo desse tráfico ímpio, Jesus usou aquela área do templo como um lugar para ensinar e pregar o evangelho às multidões de peregrinos que estavam em Jerusalém para a Páscoa (Lucas 19: 47-20: 1) . Peregrinos e judeus de toda a Judeia estavam entrando em Jerusalém para cumprir seus periódicos deveres religiosos no templo. Jerusalém tinha uma população cerca de 20.000 a 30.000 pessoas. Mas na Páscoa, uma das três festas que deveria ser celebrada em Jerusalém mencionadas em Levítico 23 e Deuteronômio 16, a população da Cidade Santa crescia pra mais de 150.000.  Por causa da massa de peregrinos, o procurador romano da Judeia, Pôncio Pilatos, também tinha temporariamente instalado residência em Jerusalém, juntamente com uma multidão de tropas romanas, a fim de reprimir qualquer violência religiosa.

Todos nós sabemos que ao longo de Seu ministério, Jesus entrou em conflito com as lideranças judaica, e eles se opuseram muitas vezes a Cristo. Essas ações, no entanto, foram a última gota, e o Sinédrio determinou que Jesus devesse ser destruído. Mas isso, eles perceberam que não seria tão fácil quanto eles gostariam, porque o povo "estava muito atento para ouvi-lo" (Lucas 19: 47-48; 20:19). Portanto, eles puseram em movimento um plano para aprisionar Jesus, como Ele ensinava publicamente no templo, fizeram-lhe uma pergunta difícil para Ele responder. A esperança deles era que, se Jesus não respondesse a pergunta, eles poderiam desacreditar Ele perante o povo; Ou, talvez, até prendê-lo de tal maneira que pudessem acusá-lo de um criminoso político perante o governador de Roma. 

O Sinédrio então enviou homens para fazerem a Jesus uma pergunta sobre dar tributo a César. (Lucas 10:22) É lícito pagar impostos a César ou não? Eles vieram fingindo que eram homens justos que estavam lutando sobre essa pergunta e desejavam sinceramente ouvir a opinião de Jesus sobre o assunto. Mas sua verdadeira esperança e propósito, de acordo com Lucas, era aprisionar Jesus como base para entregá-lo ao governador romano sob a acusação de que Ele ensinou o povo a não pagar tributo a César.
Isso equivaleria a uma acusação de incitar o povo a se rebelar contra a autoridade de Roma e levaria a pena de morte. Eles começaram louvando Jesus como um nobre professor, um entendedor da verdade, na esperança de que isso dissiparia qualquer suspeita de seu motivo e induzi-Lo a dar-lhes uma resposta desprotegida à sua pergunta. "(Mestre), sabemos que Você diz e ensina corretamente, e Você não mostra favoritismo pessoal, mas ensina o caminho de Deus na verdade. (Lucas 20:22) Isto é falsa lisonja esses homens acreditavam somente nos fariseus, eram os intérpretes das autoridades da lei judaica que também zelosamente observava, especialmente as leis relativas ao sábado.

O estabelecimento deste imposto na Judeia está registrado em Lucas 2: 1-3 (NKJ) "E aconteceu naqueles dias, que saiu um decreto de César Augusto, para que todo o mundo fosse tributado." (E este tributo foi feito pela primeira vez quando Cireneu foi governador da Síria.) E todos foram para ser tributados, cada um em sua própria cidade. Os judeus, portanto, não eram um povo livre ou uma nação independente, mas um povo sujeito sob o domínio do Império de Roma. Esta subcorrente de revolta fiscal surgiu em toda a Judeia durante o ministério de Jesus.
Sua pergunta era esta: "É lícito para nós dar tributo a César, ou não?" (Lucas 20:22). Cada palavra desta questão deve ser considerada, juntamente com o contexto histórico por trás dela, se quisermos compreender o significado de sua investigação a Jesus.
O verbo " Lícito" é um verbo impessoal que expressa a ideia de algo que está sendo autorizado pela autoridade apropriada. Portanto, o verbo carrega o significado de uma ação que é permitida, legal ou correta. O contexto do debate é sobre o que a lei de Deus autoriza a ser feita em questões de controvérsia, como o sábado (Lucas 6: 2, 4, 9). A palavra "tributo no grego é φόρον" refere-se a um imposto, pago diretamente ao imperador pelo sujeito judeu que viveu sob o Império Romano.
A investigação, então, é se a lei de Deus permite que os judeus dêem tributo a César. As palavras "para nós" (uma palavra em grego ἡμᾶς) são muitas vezes ignoradas. "Para nós" é claro, refere-se à nação de Israel, que enfatiza a questão que é especificamente em referência ao povo judeu. A questão de pagar tributo a César não diz respeito às nações gentílicas sob o domínio de Roma, mas se refere exclusivamente aos judeus que são o povo escolhido de Deus. É lícito (em grego uma palavra ἔξεστιν) para Israel, que tem Deus como seu Rei, para dar tributo ao reino dos gentios de Roma e seu imperador pagão?

Os homens então que foram enviados pelo Sinédrio estão esperando para aprisionar Jesus com a sua pergunta de uma forma que poderia desacreditá-lo diante do povo judeu, Ou, prendê-lo de tal maneira que pudessem acusá-lo de ser um criminoso político perante o governador de Roma.
Se ele responder sim, é lícito para eles prestarem tributo a César, ele seria acusado de cúmplice com Roma, e justificando a ocupação romana e pagando eles assim o imposto, forçado sobre os judeus. Esta não seria uma resposta popular entre o povo judeu. Por outro lado, se Jesus responde não, ele correria o risco de ser classificado como um criminoso político contra o Império de Roma e incorrer na ira de Roma. Qualquer uma das respostas, provavelmente levaria à Sua morte antes da cruz.
Os inimigos de Jesus acreditavam que o tinham apanhado com habilidade em uma resposta de "sim" ou "não" à sua pergunta; Qualquer um que Ele lhes desse seria capaz de usá-lo para Sua destruição. Jesus não deu uma resposta relativa a "sim" ou "não" à pergunta como esperavam. Jesus estava ciente de sua trapaça e Ele faz um ponto muito importante com sua pergunta sem entrar em uma discussão política. Ele simplesmente pede para ver a moeda e pergunta: "De quem imagem e inscrição tem?" (Lucas 20:24)
A "imagem" na moeda era um busto de Tibério César. A "inscrição" dizia: "Tiberius César Augusto, filho do divino Augusto". O reverso da moeda tinha uma imagem da mãe do imperador, Julia Augusta (Livia), sentada num trono segurando um cetro na mão e um Ramo de oliveira na outra e uma inscrição que dizia Pontifício Máximo, isto é, "Sumo Sacerdote". O denário assim proclamava o poder e a glória de Roma e a origem e o caráter "divinal" de Tibério. O denário era verdadeiramente a propriedade do imperador: usava-o para pagar seus soldados, oficiais e fornecedores; Levava o selo imperial; Era diferente das moedas de cobre emitidas pelo Senado romano, e era também a moeda que exigia o povo, para pagar tributo.
A única resposta possível à pergunta de Jesus sobre "cuja imagem e inscrição era uma moeda " de César ", a estes homens foi por tanto forçados a dizê-lo que sim! É interessante isso pois a posse dos homens daquela moeda revela o seguinte fato. Que a posse do denário pelos judeus era sua própria declaração de submissão que eles aceitaram a autoridade de César sobre eles. Com efeito, se houve rejeição com base na lei de Deus sobre a autoridade de César sobre eles, então por que eles aceitavam  usarem as mesmas moedas que proclamavam a autoridade de César?
Depois que Jesus afirmou que alguns dos judeus na nação de Israel aceitavam a autoridade de César sobre eles, como também vemos em João 19:15 Os principais sacerdotes responderam: "Não temos mais rei senão César!" Jesus então instruía Seus ouvintes dizendo " A César o que é de César, e a Deus o que é de Deus "(Lucas 20:25).
Jesus fez uma distinção clara entre o que é lícito dar a Roma e o que não é. Jesus defende com isso as reivindicações anteriores de Deus e Sua soberania absoluta, e o poder de possuir todas as coisas, ao mesmo tempo em que reconhece o governo de Roma e rejeita as pretensões de divindade de César. Não admira que seus adversários "se maravilhassem" diante de Sua resposta, pois não havia nada aqui que pudessem "agarrar"a Jesus para acusá-lo diante de Pilatos ou diante do povo (Lucas 20:26).



quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

NÃO HÁ PECADO! (A FALHA SOTERIOLÓGICA UNIVERSALISTA)

Por Erivelto Soares
O movimento universalista tem procurado meios conceituais para viver um novo tipo de espiritualidade. E um desses conceitos é anular o pecado e a condenação eterna! Pra essa classe de universalistas (Pois os conceitos divergem), Jesus aniquilou o pecado na cruz e em 70 d.C destruiu a morte e assim neutralizando por completo a possibilidade de uma condenação. Pra esses a pessoa nasce livre do pecado e todo tipo de transgressões é na carne e a penalidade por essas transgressões seria o não recebimento do galardão. Esse conceito não é novo, por muito tempo o Apóstolo porto-riquenho José Luiz de Miranda da Igreja Crescendo em graça difundiu esse conceito como uma doutrina do Ap. Paulo e hoje inúmeras igrejas gracistas defendem com unhas e dentes esse terrível engano doutrinário.
Temos nessa tese inúmeros equívocos que quero apresentá-los um por um e comprovar que essa tese não tem nada haver com nossa atual realidade como Cristãos.
1º A expiação de Cristo nunca foi universal e sim limitada a seu povo, a sua igreja, as suas ovelhas!
a. Mt. 1:21: "E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados." Neste caso, "seu povo" significa os eleitos, os verdadeiros crentes em Jesus.
b. Mt. 20:28: "Bem como o filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos. A conclusão da Bíblia é que Jesus deu a sua vida somente para muitos, isto é, somente para os eleitos.
c. Mt. 26:28: "Porque isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecado.
d. João 10:15: Jesus disse: "...dou a minha vida pelas ovelhas.
e. Atos 20:28: "Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue.
f. Efésios 5:25: "Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela".
g. Hebreus 9:28: "Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação." Os calvinistas dizem que Cristo somente tira os pecados dos eleitos.
h. Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu servo, o justo, justificará a muitos; porque as iniquidades deles levará sobre si.Isaías 53:11
Veja! Jesus não morreu por todos como a tradição tem ensinado e isso é óbvio, pois se Jesus tivesse realmente morrido por todos os seres humanos da terra, todos seriam salvos! Porém não é isso que vemos nos nossos dias! Muito pelo contrário; a cada dia vemos o quanto precisamos falar de Jesus para que os PECADORES se arrependam e busque em Cristo o perdão. É ai que entra o segundo ponto. A mensagem libertadora do evangelho de Cristo é eterno! Logo dizer que todos os seres humanos nascem salvos é dizer que o Evangelho teve um prazo de validade.
Então vejam quanto esses insubordinados caem em suas próprias astúcias infames. Vamos ao segundo ponto:
2º Não há em hipótese alguma a possibilidade de desassociar o pecado da obra da carne!
O pecado entrou no mundo por um ato de desobediência de Adão. Pra quem não sabe o PECADO DE ADÃO FOI PROVENIENTE DA CARNE! Adão só morreu espiritualmente justamente por não ter acatar a ordenança de Deus. A partir de então quando o pecado entrou no mundo, houve a separação do homem de Deus. Está assim escrito: “Portanto, como por um homem entrou o pecado (hamartia=Perder a marca) no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram (hamartanõ). Romanos 5:12
Toda a iniquidade é pecado, e há pecado que não é para morte. 1 João 5:17
“Pra quem não sabe a palavra INIQUIDADE Acima citado no original grego é “anomia” que significa; “Ilegalidade”, maldade”, “Perversidade”. Logo uma pessoa que comete um assassinato, ela cometeu uma perversidade e por fim pecou contra Deus! Uma pessoa que trai sua esposa está cometendo uma maldade e por fim está pecando contra Deus! POIS TODA INIQUIDADE É PECADO! Como pode desassociar o pecado da obra da carne?
Quando o Ap. Paulo escreveu a sua I Epístola aos irmãos de corinto, ele dá uma lista de práticas pecaminosas que mesmo sendo vividas na carne desencadearia na vida daqueles que assim vivessem tais praticas o castigo eterno! Leia com atenção: “Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus."       1 Coríntios 6:10
Quem não herdarão o reino???? Resposta: Devassos, Idólatras, Efeminados, Ladrões...
Mas quem praticam essas coisas perderão o galardão ou o reino de Deus????
É amados; Parece que esse novo conceito doutrinário não pode ser considerado Bíblico. Vejo mais como uma doutrina de conveniência pra quem gosta de viver deliberadamente pecando e precisa de uma justificativa pra sua consciência pervertida e pecaminosa, fruto de uma vida completamente desassociada de Deus. É PRECISO NASCER DE NOVO!
3º O pecado que foi removido é descrito apenas aos pecados dos eleitos de Deus: “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.” Romanos 8:1
Observe que só NÃO HÁ CONDENAÇÃO PARA AQUELES QUE ESTÃO EM CRISTO! Devido a morte de Jesus justamente não ter sido em favor de todos os humanos da terra! Se assim o fosse Romanos 8:1 não faria acepção daqueles que não estão em Cristo...é obvio.
O que esses livres pensadores metidos a entendidos desconhecem é que a morte de Cristo serviu para remover os pecados de todo o seu povo que estavam sobre a tutelar da primeira aliança e salvar a todos aqueles que forem chamados pelo evangelho. “Portanto, não te envergonhes do testemunho de nosso Senhor, nem de mim, que sou prisioneiro seu; antes participa das aflições do evangelho segundo o poder de Deus, Que nos salvou, e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos; E que é manifesta agora pela aparição de nosso Salvador Jesus Cristo, o qual aboliu a morte, e trouxe à luz a vida e a incorrupção pelo evangelho; Para o que fui constituído pregador, e apóstolo, e doutor dos gentios.” 2 Timóteo 1:8-11
Fora disso por mais que sejam boas as intenções é pura heresia. Mais ainda quero vos dispor de mais um texto que considero essencial na questão do porque que acredito haver pecado e condenação mesmo depois de 70 d.C.
“E mostrou-me o rio da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro. No meio da sua praça, e de ambos os lados do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês; e as folhas da árvore são para a cura das nações.” Apocalipse 22:1,2
O texto acima citado descreve a nova Jerusalém, a nova aliança estabelecida! Apresenta toda a sua exuberância e glória por Cristo e diz que no meio dela há uma árvore da vida que cuja suas folhas servem para a cura dos povos!
Agora me expliquem com honestidade: Se a nova Jerusalém, o reino de Deus é herança dos santos, salvos em Cristo, como então haver pessoas para se curar? Resposta: Devido a aqueles que ainda não estão em Cristo! Ou seja; O Reino de Deus estabelecido em contraste com o mundo que vivemos é uma realidade sem precedentes! O Reino é espiritual e a mensagem do evangelho de Cristo liberta os perdidos e cura a alma dos necessitados. Essa é a verdade da Bíblia e que desqualifica plenamente a tese universalista de uma vida de libertinagem e descompromissada com Cristo.

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