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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Debaixo da lei ou debaixo da graça? Entendendo a Mensagem do Ap.Paulo para a igreja de Cristo após 70 d.C.

                                         
Por: Erivelto Soares

Esse é um assunto deveras importante, pois mesmo diante de tamanha informação sobre a realidade de uma Escatologia já Realizada e, por conseguinte, a igreja está de posse do eterno Reino de Deus. Como pode ainda causar tanto perigo pra igreja as questões judaizantes cujo qual o Ap. Paulo estava sempre em conflito nos dias de seu ministério?

É incrível que ministros do Evangelho em pleno século XXI, possam ler Gálatas 3:10 na mesma disposição mental do Ap. Paulo naquela época cujo a igreja vivia o período de transição entre o fim da lei e o estabelecimento da graça! É como se estivéssemos vivendo ainda no período do fim da aliança mosaica!Esse período de transição foi justamente o período entre a crucificação de Cristo e o seu retorno nas nuvens em 70 d.C. Ou seja; nesses quarenta anos onde alude a saída do povo Judeu do Egito (Hebreus 3:15-17) também foi o tempo pernitente a geração de Jesus que não passaria antes que Ele retornasse em glória. (Mateus 16:27-28 . 24:34)

Nesse intervalo de tempo (40 anos). A igreja precisava se manter firme na Justiça mediante a fé somente na pessoa do Senhor Jesus Cristo e isso afrontava a jurisdição da lei por ainda está de pé! O templo de pé, trazia aos Judeus a segurança que os estatutos da lei estavam em vigor, por isso que constantemente o Ap. Paulo vivia em conflito. Em sua carta endereçada aos irmãos da Galácia, O Ap. Paulo da uma dura repreensão pelo fato deles terem abandonado a Justificação pela fé, pelas obras da lei. “Ó insensatos gálatas! quem vos fascinou para não obedecerdes à verdade, a vós, perante os olhos de quem Jesus Cristo foi evidenciado, crucificado, entre vós? Só quisera saber isto de vós: recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé? Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne? Será em vão que tenhais padecido tanto? Se é que isso também foi em vão. Aquele, pois, que vos dá o Espírito, e que opera maravilhas entre vós, o faz pelas obras da lei, ou pela pregação da fé?” Gálatas 3:1-5

Esse tipo de repreensão era necessário devido o TEMPO TRANSITÓRIO DA LEI PARA A GRAÇA! Pois estando a lei ainda em vigor, anulava a Justiça mediante a fé por aqueles que permanecessem firmes em Cristo, onde anularia toda obra redentora para a Igreja na sua vinda em glória. Imagine Cristo vindo em glória e não havendo quem o aguardasse na fé pelas suas promessas herdar? Imaginem Cristo vindo em glória nas nuvens e a sua noiva (igreja), estivesse envolvida com as obras? Não haveria justiça por sua espera, uma vez que não se baseava na fé somente. Por isso que o Ap. Paulo passou todo o seu tempo ministerial pregando o evangelho da graça em grande admoestação para que eles não abandonassem a Cristo, nem mesmo em meio às grandes tribulações que eles passariam. Veja essas duas admoestações:

“Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu.”  Hebreus 10:23

“Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra.” Apocalipse 3:10

Muito bem; Uma vez que compreendemos a questão da Escatologia já Realizada entendemos gloriosamente que o tempo transitório já passou desaguando na destruição de Jerusalém ocorrida em 70 d.C! Logo uma vez que a igreja foi vitoriosa (Noiva) na espera de seu esposo (Cristo). Toda Jurisdição Mosaica cessou! Existe um texto bem propício que atesta isso: “E por isso é Mediador de um novo testamento, para que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia debaixo do primeiro testamento, os chamados recebam a promessa da herança eterna.” Hebreus 9:15

Ora se nós como igreja de Jesus recebemos a herança eterna por meio da fé em Cristo por via de uma nova aliança, como pode ainda existir efeito de Justiça as obras da lei? Como pode um filho de Deus, nascido mediante o Espírito Santo está debaixo de maldição? Por que eu deveria ainda viver na mesma disposição do ministério Apostólico de Paulo em admoestação contínua (Pois é assim que a maioria dos ministros em graça vivem) a igreja de Cristo quanto as obras da lei? 


A nossa realidade depois de 70 d.C é outra! Acabou! A jurisdição da Lei mosaica caducou! Cessou! Tornou obsoleto quanto o seu efeito justificador! O templo caiu! O sacerdócio levítico terminou! Entenda o que diz o texto de Hebreus 7:18-19 “Portanto, por um lado, se revoga a anterior ordenança, por causa de sua fraqueza e inutilidade (pois a lei nunca aperfeiçoou coisa alguma), e, por outro lado, se introduz esperança superior, pela qual nos chegamos a Deus.”

Entenda! A lei foi revogada! significa:Que perdeu o efeito; que deixou de ter validade; invalidada, anulada. Se foi anulada, como pode haver Cristão debaixo de Maldição? Porque deveríamos viver na mesma expectativa ministerial do Ap. Paulo? Será que devemos realmente continuar a obra do Ap. Paulo ou ele concluiu cabalmente seu ministério?

Logo fica absolutamente esclarecido que a nossa luta não tem nada haver com a que foi nos dias de Cristo ou dos Apóstolos. Nosso luta não é contra “Irmãos da lei”, “Judaizantes”, “Escribas e fariseus”, como se a jurisdição da lei estivesse em vigor não! Nossa luta é contra a desinformação sobre Jesus e seu Reino de Glória! Nossa missão é de trazer cura para os povos na pessoa do Nosso Senhor Jesus Cristo (Apoc. 22:1-2) Trazendo Salvação, paz e alegria no Espírito Santo. Um trabalho que transborde de amor e serenidade para a glória de Deus.


Soli Deo Gloria



segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

O Tabernáculo de Deus entre os homens e o retorno ao jardim.

                                                
 Por Don Preston


Uma coisa que falta no entendimento de alguns comentaristas é que o Jardim do Éden era considerado um templo. Isso foi reconhecido pelos estudiosos desde os tempos antigos, incluindo os rabinos. Entenda como isso é sério:

Quando o homem foi expulso do Éden, do jardim de Deus, o homem então deixou de está na presença de Deus, foi expulso essencialmente do templo! Lógico que esse templo não era um edifício físico, mas era mesmo assim o Templo de Deus. Era um templo "não feito com as mãos".

Então veja; Já que a Escatologia Consumada nos ensina sobre a restauração do homem ao Jardim, e como o Jardim era o Templo de Deus, não feito por mãos. Logo a Escatologia Consumada nos ensina sobre o retorno do homem ao Templo de Deus.

Desde o início, portanto, o Templo e a escatologia estão inextricavelmente relacionados. Eles são sincrônicos no que diz respeito à satisfação - em outras palavras, quando o Templo de Deus é estabelecido o homem é restaurado para o Jardim. E isso é precisamente o que encontramos em Apocalipse 21-22!

Infelizmente oss dispensacionalistas focalizam o Templo de Salomão como se fosse à expressão final escatológica do Templo de Deus. Eles insistem que em breve veremos a reconstrução de outro templo físico (3º Templo) para marca o seu retorno a terra e a restauração de todas as coisas. O que eles não conseguem perceber é que o Templo da Antiga Aliança foi, desde o início, uma mera sombra de "coisas melhores que havia no por vir"! Agora, se o Velho Templo era uma mera sombra de um Templo melhor e eterno, então qualquer doutrina que se concentre na reconstrução de um edifício físico não tem lugar pra nossa fé cristã.

As escrituras deixam claro que um templo físico nunca foi o plano determinante do Templo de Deus entre os homens. Mas, note isso, e é muito importante que os amilenistas e pós-milenistas afirmam acreditar que a igreja é o templo prometido nas profecias do A.T feitas a Israel. Eu concordo, mas esse entendimento na verdade, fatal para todas as escatologias futuristas, inclusive para os amilenistas e pós-milenistas!

Se a igreja é o templo prometido no A.T, o homem retornou ao jardim! Lembre-se, o Jardim era o Templo de Deus - um templo não feito com as mãos. E claro, qualquer pessoa familiarizada com o N.T sabe que é precisamente assim que a igreja é descrita - um templo que não é feito com as mãos.

Será possível por tanto que ainda estejamos aguardando a ressurreição, no entanto, no final do milênio, o tempo em que “o tabernáculo de Deus estará com os homens?”. Se isso for verdade, significa que o Templo de Deus ainda está “em construção”. Significa que os dons carismáticos ainda estão em operação, desde que esses dons foram dados para completar o Templo de Deus (Efésios 4: 8-16)!

Lembre-se, Jardim e Templo estão inextricavelmente ligados uns aos outros. Mas, retornar ao Jardim, ou seja, retornar ao Templo é a restauração da vida perdida em Adão, ou seja, a ressurreição!

Existe um conceito encontrado no A.T e no Novo que o Templo seria finalizado somente quando os inimigos de Deus fossem derrotados. (Isso era verdade até nas antigas culturas pagãs). Este foi o caso, por exemplo, quando Deus deu a Salomão “descanso” de seus inimigos. Foi então que ele pôde construir o templo. Então, a derrota dos inimigos de Deus e a conclusão do Templo andam de mãos dadas. Soa familiar? Se não, veja Salmos 110 e 1 Coríntios 15: 21-25

Não há dicotomia entre o estabelecimento da igreja como o Templo de Deus e a Escatologia Realizada. A igreja não é um tipo ou prenúncio de outro templo maior a ser construído em algum “fim de tempo” proposto. Essa visão não tem credencial bíblica e temos mais duas razões pra isso:

1º) Que o Templo prometido já estava em construção, através dos últimos dias, o ministério do Espírito (Efésios 2), e 2º) Cristo estava prestes a vir nas nuvens da para dedicar ao Templo Eterno Messiânico de Deus, o Tabernáculo Verdadeiro, que Deus criou e não o homem, não dessa criação (Mateus 24: 29-31; Hebreus 8: 1-13).

Logo, não devemos esperar o tabernáculo de Deus entre os homens. O fundamento do eterno templo já foi estabelecido no primeiro século, em Cristo e nos apóstolos (Efésios 2: 19-22). O Templo estava em construção durante os quarenta anos do Segundo Êxodo e dedicado à consumação das Setenta Semanas de Daniel. Deus agora habita novamente com o homem nascido e regenerado segundo sua graça e misericórdia. O Tabernáculo de Deus está novamente com o homem, estamos de volta ao Jardim!

“Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro.

No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos. Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro. Os seus servos o servirão,” Apoc. 22:1-3

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

A Queda de Jerusalém em 70 d.C foi apenas um evento local?


Imagem relacionada
Por Erivelto Soares

Essa é uma questão muito importante para ser tratada. Pois é justamente esse o aspecto que os futuristas dão a queda de Jerusalém pelos Romanos em 70 d.C.

Eles não aceitam de forma alguma que a queda de Jerusalém, embora local, teve sem dúvidas uma repercussão mundial. Pra eles o Senhor Jesus teria vindo em julgamento para Jerusalém e que voltará a qualquer momento da história para o arrebatamento da igreja e ressurreição dos mortos. Logo há uma descarada desassociação dos fatos, que coloca a conclusão escatológica em duas fazes com as mesmas características de cumprimento profético. Na verdade, não existe nada disso nas escrituras, não há como desassociar a queda de Jerusalém da parousia! A verdade é que a destruição de Jerusalém embora sendo apenas local, houve sim uma repercussão mundial. Vejamos:

“Portanto, eis que eu vos envio profetas, sábios e escribas: e a uns deles matareis e crucificareis; e a outros os perseguireis de cidade em cidade; para que sobre vós caia todo o sangue justo, que foi derramado sobre a terra, desde o sangue de Abel, o justo, até o sangue de Zacarias, filho de Baraquias, que mataste entre o santuário e o altar. Em verdade vos digo que todas essas coisas hão de vir sobre esta geração”. Mateus 23:34-36

Aqui encontramos uma grande sentença onde o Senhor Jesus diz que os escribas e fariseus iria pagar pela morte de Abel, o sangue de Zacarias como todo sangue dos justos derramado sobre a terra dês de a criação, quando Jerusalém nem existia ainda!

Qual o motivo então da tamanha sentença de Deus sobre aquela geração?

A questão é que Israel era o povo da aliança! Deus fez um pacto com Israel onde por intermédio dos estatutos, eles seriam a nação peculiar de Deus, a nação modelo, onde se adorava um só Deus o criador e que eles viveriam em plena justiça em obediência ao estatuto criado nos dias de Moisés a eles (Deuteronômio 27). Não obstante Israel não obedeceu aos estatutos e foi assim por várias gerações. Nos dias do Senhor Jesus, era observado a sentença daquela obstinação a qual constituiria em uma nova Aliança entre Deus e sua igreja, formada de Judeus e Gentios de toda a terra.

É importante também entender que quando a Bíblia fala do "mundo" no novo testamento, não está se referindo ao mundo globalizado de hoje! Não tem nada a ver com países colonizados! Com Washington! Com a estátua da liberdade! A Torre Eiffel... (Senários que geralmente são apresentados nos “sugestivos” filmes escatológicos criados em Hollywood). Essa deve ser também um fator crucial que responda seriamente a ignorância do entendimento escatológico da Igreja de Cristo.

Abaixo veremos uma imagem do que constituía o mundo no novo testamento:





Exatamente isso! Esse era o mundo no grego (oikoumene=Terra Habitada). Pra ser mais preciso quanto ao período descrito do mapa, é importante levar em conta as palavra do Senhor Jesus: “Em verdade vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre esta geração”. Mateus 23:36 (A geração que compunha esse oikoumene)

A palavra geração aqui no grego é “genea” que significa contemporâneos! Fica claro que não se refere a nossa geração do século 21. Outro texto bastante importante que anula totalmente a questão que a destruição de Jerusalém tenha sido apenas um acontecido local é o de Mateus 24:21 que diz: “Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver. ”

Glória Deus! Amo esse texto pois deixa provado que a vinda de Jesus em destruição de Jerusalém foi única na questão da parousia. Se a grande tribulação que culminou a destruição de Jerusalém em 70 d.C foi como nunca houve desde o princípio do mundo e nunca haveria de ocorrer novamente na história da humanidade, como alguns estudiosos insistem em dizer que haverá a grande tribulação enfrentada pela igreja dos nossos dias? Se essa ideia fosse verídica o Senhor Jesus estaria mentindo! Pois o próprio Cristo foi enfático em declarar que aquela tribulação foi única! Mesmo que ocorra a terceira guerra mundial com uso de armas atômicas, com maior número de mortos da história, não se comparará a queda de Jerusalém ocorrida em 70 d.C.

A queda de Jerusalém com a destruição do templo foi o fim de uma dispensação! O fim de lei e inauguração da Aliança da Graça de Deus com a sua criação. Por isso que a queda de Jerusalém em 70 d.C foi única. Tudo novo se fez a partir dessa destruição! O mundo condenado pela morte devido ao pecado, foi reconciliado com Deus por meio de Cristo Jesus. O Senhor cessou a antiga aliança com Israel para que os da fé tanto dos judeus como gentios tomasse posse desse novo céu e nova terra em uma Aliança eterna que se estende de geração a geração. O texto de Efésios 3 nos esclarece gloriosamente esse ocorrido: “Por esta causa eu, Paulo, sou o prisioneiro de Jesus Cristo por vós, os gentios; Se é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus, que para convosco me foi dada; Como me foi este mistério manifestado pela revelação, como antes um pouco vos escrevi; Por isso, quando ledes, podeis perceber a minha compreensão do mistério de Cristo, O qual noutros séculos não foi manifestado aos filhos dos homens, como agora tem sido revelado pelo Espírito aos seus santos apóstolos e profetas; A saber, que os gentios são co-herdeiros, e de um mesmo corpo, e participantes da promessa em Cristo pelo evangelho; Do qual fui feito ministro, pelo dom da graça de Deus, que me foi dado segundo a operação do seu poder. A mim, o mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar entre os gentios, por meio do evangelho, as riquezas incompreensíveis de Cristo, E demonstrar a todos qual seja a comunhão do mistério, que desde os séculos esteve oculto em Deus, que tudo criou por meio de Jesus Cristo; Para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus, Segundo o eterno propósito que fez em Cristo Jesus nosso Senhor, No qual temos ousadia e acesso com confiança, pela nossa fé nele. Portanto, vos peço que não desfaleçais nas minhas tribulações por vós, que são a vossa glória. Por causa disto me ponho de joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Do qual toda a família nos céus e na terra toma o nome, Para que, segundo as riquezas da sua glória, vos conceda que sejais corroborados com poder pelo seu Espírito no homem interior; Para que Cristo habite pela fé nos vossos corações; a fim de, estando arraigados e fundados em amor, Poderdes perfeitamente compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade, E conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus. Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera, a essa glória na igreja, por Jesus Cristo, em todas as gerações, para todo o sempre. Amém”

Enquanto o templo estivesse erguido a antiga aliança estava em vigor com todos os rituais e abluções que não tinham eficácia alguma contra a corrupção do pecado. Então o mistério que estava em oculto foi desmitificado a saber que os gentios são co-herdeiros de Jesus. O Ap. Paulo foi o precursor do evangelho aos gentios enquanto os dias se aproximavam da queda de Jerusalém 70 d.C (Mateus 24:14/ Romanos 10:17-18) e por isso é uma atrocidade hermenêutica comprovada desassociar a queda de Jerusalém com as admoestações do Ap. Paulo em suas epístolas a respeito do fim, se ele estava em missão de preparar os fiéis gentios, para unidos pela fé aos judeus cristãos constituírem a igreja de Deus, os santos da nova Jerusalém que foi inaugurada gloriosamente no retorno do amado.


Soli Deo Glória

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